São eles:


Carlos Moisés da Silva, governador de Santa Catarina


André Motta Ribeiro, atual secretário de Estado de Saúde


Carlos Charlie Campos Maia, servidor público na SES


Carlos Roberto Costa Junior, servidor público na SES


José Florêncio da Rocha, servidor público na SES


 


César Augustus Martinez Thomaz Braga, advogado e assessor jurídico da Veigamed


Douglas Borba, ex-secretário da Casa Civil


Fábio Deambrósio Guasti, representante informal da Veigamed


Helton de Souza Zeferino, ex-secretário de Saúde


Leandro Adriano de Barros, advogado que participou das negociações


Márcia Regina Geremias Pauli, ex-superintendente de Gestão Administrativa da SES


Pedro Nascimento de Araujo, CEO da Veigamed


Rosemary Neves de Araújo, proprietária formal da Veigamed


Samuel de Brito Rodovalho, empresário que intermediou contatos para compra dos equipamentos


 


Os cinco primeiros nomes são de envolvidos que ainda ocupam cargos na administração pública estadual. 


Segundo Naatz, são quatro as irregularidades: dispensa de licitação com pagamento antecipado sem exigência de garantia, contratação de empresa suspeita, alteração do produto por outro de qualidade inferior, e inexecução contratual.


No relatório, ele aponta os crimes supostamente praticados contra a licitação pública: fraude a licitação em prejuízo da Fazenda Pública; desvio de finalidade e de verbas; enriquecimento ilícito; lavagem de dinheiro; peculato; e constituição de organização criminosa. 


O conteúdo será enviado à Procuradoria-Geral da República (PGR) para análise do procurador-geral Augusto Aras, já que Moisés tem foro especial. É a PGR que decidirá se denuncia, ou não, o governador. 


O restante dos pedidos serão encaminhados ao Ministério Público estadual a quem caberá oferecer, ou não, denúncia à Justiça. O MP já possui investigação sobre o caso em parceria com o Tribunal de Contas e a Polícia Civil. A ideia é que os documentos possam se complementar.