Duas mulheres morrem após tiros em Instituto Federal do Rio; alunos relatam pânico
28/11/2025
Na tarde desta sexta-feira (28/11/2025), um ataque armado chocou a comunidade do Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) Celso Suckow da Fonseca, no Maracanã, Zona Norte do Rio de Janeiro. Duas servidoras foram mortas a tiros por volta das 15h50, conforme informado pelo Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro . O episódio gerou correria e medo entre alunos e funcionários, levantando debates urgentes sobre segurança em instituições de ensino.
Allane de Souza Pedrotti Matos, diretora da Divisão de Acompanhamento e Desenvolvimento de Ensino (DIACE), chegou sem vida ao Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro da cidade. Layse Costa Pinheiro, psicóloga do Cefet, foi baleada na cabeça e socorrida em estado grave, mas não resistiu . O suspeito, um ex-funcionário da mesma divisão que Allane, entrou na instituição pela manhã cumprimentando colegas de forma normal, segundo testemunhas ouvidas pelo jornal O Globo .
Ele havia sido admitido em 2019 e exonerado em 2020, conforme registros do Diário Oficial da União . À tarde, dirigiu-se à diretoria e efetuou os disparos. Após o ataque, o autor foi encontrado morto no local, e as aulas do turno da noite foram canceladas imediatamente .
Jonatam Araújo, aluno de 19 anos, ouviu quatro tiros durante a aula. "Uma funcionária correu avisando de alguém armado. Um policial mandou ficarmos parados, revistaram tudo e depois liberaram. Vi o socorro a uma baleada", relatou ao O Globo . Maria Beatriz Albuquerque, de 18 anos, estava no pátio: "Achei que era barulho de obra, mas um amigo gritou que eram tiros. Funcionários pediam ambulância em meio à correria" .
Adrynni Emannuele, de 26 anos, estagiária no Cefet há seis meses e aluna de Filosofia da UFRJ, presenciou a confusão ao passar pela roleta. O pânico se espalhou rapidamente, transformando um dia comum em tragédia .
Este caso expõe vulnerabilidades em ambientes educacionais, onde ataques internos são raros, mas devastadores. Autoridades investigam motivações, possivelmente ligadas a questões trabalhistas do suspeito. Como escolas podem equilibrar acesso e proteção? Medidas como vigilância reforçada e apoio psicológico a ex-funcionários ganham destaque.
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