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Liderança do PGC em Florianópolis, ‘Simone da Pedra’ é presa no Rio de Janeiro após anos foragida

21/11/2025

Simone Saturnino, conhecida como “Simone da Pedra”, é apontada pelas autoridades como uma das principais lideranças do Primeiro Grupo Catarinense (PGC), organização criminosa de grande influência em Santa Catarina. Com 43 anos, Simone construiu um extenso histórico criminal, atuando ao lado do ex-marido, Rodrigo Saturnino (“Rodrigo da Pedra”), responsável pelo comando do tráfico no Morro do Horácio, em Florianópolis.


Detalhes da prisão no Rio de Janeiro


A prisão ocorreu na terça-feira (19), no município de Mesquita, região metropolitana do Rio de Janeiro. Policiais civis capturaram Simone após intenso monitoramento, cumprindo dois mandados abertos contra ela por associação criminosa, tráfico de drogas e homicídio qualificado. Além dos processos em Santa Catarina, Simone também responde por difamação e apropriação indébita no estado do Rio.


Ataques em Florianópolis: O papel central de Simone


Entre 2012 e 2013, Florianópolis e outras cidades catarinenses viveram uma onda de violência sem precedentes. Simone Saturnino esteve no centro dos 111 atentados registrados em 36 municípios, incluindo incêndios a ônibus, disparos de armas e ataques a prédios públicos. Ao todo, 45 ônibus foram incendiados. As investigações apontam que as ações eram retaliações do PGC aos maus tratos denunciados nos presídios de Santa Catarina.


Repercussão da prisão e posicionamento da defesa


Após a prisão, a defesa de Simone divulgou nota afirmando que houve quebra na cadeia de custódia das provas e que a inocência da acusada será provada. Segundo o comunicado, há plena confiança de que instâncias superiores corrijam eventuais falhas do processo, negando também qualquer vínculo entre Simone e os crimes cometidos em conjunto com Maycon Saturnino.


O impacto da prisão na segurança pública


A captura de Simone da Pedra representa um avanço importante no combate ao crime organizado, mas evidencia o desafio contínuo enfrentado pelas forças de segurança. A atuação do PGC segue sendo uma ameaça à ordem pública, e episódios como esse provocam reflexão: quais estratégias podem ser ampliadas para impedir novas ações de facções criminosas no Brasil?







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# Fonte: NDmais / divulgação PMSC

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